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8ª Prêmio Profissionais da Música: encontro reúne trabalhadores da música do Brasil, 

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América Latina, África e Europa na capital do país, de 26 a 29 de junho de 2025

Evento homenageia Alaíde Costa, Irlam Rocha Lima, Itamar Assumpção (in memoriam), Reco do Bandolim, 

Ruy Cezar Costa Silva (in memoriam) e Solange Cesarovna e premia 202 categorias

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Brasília será, mais uma vez, o palco da grande celebração dos talentos que fazem a música acontecer no Brasil. De 26 a 29 de junho, a capital federal recebe o 8º Prêmio Profissionais da Música (PPM), um encontro vibrante que exalta a diversidade e a importância dos que vivem e respiram a arte sonora. Nesta edição, com produção da GRV Música Media e Entretenimento, o evento se fortalece com o retorno da 4ª Feira da Música Independente (FMI) e o lançamento da Academia dos Profissionais da Música (APM), que acontecerão, simultaneamente, no Museu de Arte de Brasília (MAB), um dos cenários da realização. Com programações independentes e, ao mesmo tempo convergentes, e inúmeras atrações abertas ao público, PPM, FMI e APM somam oportunidades para a valorização, reconhecimento e expansão do setor musical.

Mais que um reconhecimento, o PPM é um movimento que ecoa em todo território nacional— e chega mais longe em 2025 com a missão de conectar, incentivar e reconhecer aqueles que fazem da música seu ofício e sua paixão. A sinfonia de encontros e trocas garante experiências enriquecedoras aos artistas, produtores, técnicos, jornalistas e demais agentes que constroem os bastidores e os holofotes da cena musical. Com sua vocação global de expandir parcerias internacionais, o evento apresenta a colaboração com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) no ano do cinquentenário de sua independência; com a Asociación para el desarrollo de la indústria de la música iberoamericana (Adimi) e a Red de Periodistas Musicales de Iberoamérica (REDPEMIB), como forma de fortalecer laços e abrir perspectivas para a troca de experiências entre Brasil e nações da África, América Latina, Europa e Ásia.

Tradicionalmente, o PPM presta tributo a personalidades que representam cada uma das modalidades que norteiam as 202 categorias. Em 2025, as honrarias dos segmentos Produção, Criação, Convergência e Educação vão, respectivamente, para: Alaíde Costa, cantora e compositora de sensibilidade rara e uma das grandes vozes da música brasileira; Itamar Assumpção (in memoriam), referência incontornável da Vanguarda Paulista, por sua obra autoral disruptiva e poética; Irlam Rocha Lima, jornalista cultural com mais de quatro décadas de dedicação à valorização da cena musical; e Reco do Bandolim, músico, educador e fundador do Clube do Choro de Brasília, reconhecido como importante difusor desse estilo musical 100% brasileiro. Às temáticas oficiais, somam-se duas especiais. Em Latam, a reverência destaca Ruy Cezar Costa Silva (in memoriam), artista, educador e articulador cultural brasileiro que levou a produção latino-americana aos palcos do mundo; e, em PALOP, Solange Cesarovna, uma das maiores vozes da música cabo-verdiana contemporânea, recebe a homenagem.

Realizado pela primeira vez em 2015, o Prêmio Profissionais da Música, idealizado por Gustavo Vasconcellos, supera-se com uma programação intensa e diversificada, distribuída por vários espaços culturais de Brasília e fazendo valer o slogan da edição: “Vivam os veículos, plataformas e espaços – do natural ao artificial com escala no real”. Enquanto o Museu de Arte de Brasília abrigará atividades do PPM, FMI e APM, ampliando e multiplicando as oportunidades oferecidas aos participantes, a programação do PPM também estará distribuída por locais como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Clube do Choro, Museu Vivo da Memória Candango e Orbis Estúdios. Além das aguardadas e emocionantes cerimônias de premiação, o evento traz painéis, palestras, workshows, feira literária, mostra audiovisual e um laboratório de aceleração artística, consolidando-se como um dos mais completos encontros do setor musical.

Em 2025, também se celebram os 50 anos da independência de vários Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop), conquistas que foram impulsionadas pelo contexto histórico da Revolução dos Cravos, em Portugal, em 1974. Este momento simbólico marca meio século de trajetórias independentes, mas entrelaçadas por laços culturais e linguísticos profundos. O Prêmio Profissionais da Música se sente especialmente honrado em iniciar este diálogo justamente neste ano emblemático, reforçando seu compromisso com a valorização da lusofonia e celebrando a música como ponte viva entre povos irmãos.

O Prêmio Profissionais da Música é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

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Sobre os homenageados 

Alaíde Costa – A grande dama da canção brasileira (Produção)

Com 71 anos de carreira, Alaíde é uma das grandes vozes da música brasileira. Participou da Bossa Nova, cantou com o Clube da Esquina, lançou mais de 20 discos e segue ativa aos 89 anos, em turnê e em plena forma artística — sendo agora homenageada por sua imensa contribuição à produção musical. 

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Irlam Rocha Lima – Um jornalista a serviço da música (Convergência)

Há mais de 45 anos no jornalismo cultural, Irlam, em plena atividade no Jornal Correio Brasiliense, é autor de colunas marcantes como “Sons da Noite” e do blog “Trilha Sonora”. Foi pioneiro na cobertura da música ao vivo em Brasília e é reconhecido por seu olhar sensível e profundo sobre a cultura musical brasileira. É autor do livro “Minha Trilha Sonora – 40 Anos de Jornalismo Cultural”, de 2015 e tem outro a caminho. 

Itamar Assumpção (in memoriam) – A voz disruptiva da Vanguarda Paulista (Criação)

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Símbolo da Vanguarda Paulista, Itamar foi cantor, compositor, poeta e um dos maiores nomes da música alternativa dos anos 1980. Com mais de 300 composições e nove discos lançados em vida, seu legado rompeu barreiras estéticas e culturais, sendo hoje reconhecido como um precursor do afrofuturismo no Brasil. 

Leia Também:  Caiado e Gracinha visitam Centro de Apoio ao Romeiro e destacam suporte aos fiéis na caminhada da fé

Reco do Bandolim – Um mestre do choro e da educação musical (Educação)

Fundador do Clube do Choro de Brasília e idealizador da primeira escola de choro do país, Reco é músico, jornalista e educador. Com o grupo Choro Livre, percorreu o mundo levando o gênero adiante. É referência no ensino e na preservação do choro no Brasil. 

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Ruy Cezar Silva (in memoriam) – O articulador de pontes culturais pelo mundo (Latam)

Com uma trajetória que une arte, educação, ativismo e gestão cultural, Ruy Cezar Silva é uma das figuras mais influentes da cultura latino-americana. Da liderança estudantil na reconstrução da UNE ao pioneirismo no mercado cultural, sua carreira é marcada pela criação de redes, festivais e encontros que conectaram continentes. Educador, artista, gestor e diplomata da cultura, levou a produção latino-americana e africana a palcos internacionais, fortalecendo o diálogo entre culturas e promovendo o desenvolvimento através da arte. 

Solange Cesarovna – A força da Morna no cenário internacional (PALOP)

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Cantora e compositora cabo-verdiana, Solange Cesarovna é aclamada como “Rainha da Morna do Século XXI”. Ela também é gestora cultural e cofundadora da Sociedade Cabo-verdiana de Música (SCM), vice-presidente da Academia Africana de Música, vice-presidente do Conselho Internacional de Criadores de Música (CIAM), primeira CLIP Champion da WIPO for Creators, e profissional atuante das redes internacionais em defesa dos direitos dos autores. 

Uma premiação que celebra todos os sons e profissionais da música

O PPM vem reafirmando seu papel como uma das principais iniciativas de valorização da classe musical. Diferentemente de premiações focadas, apenas, no estrelato dos palcos, o PPM amplia seu olhar para todas as engrenagens que fazem a música propagar — compositor, técnico de som, produtor, gestor cultural, músico, professor… O critério é ser profissional da música. Entre as 196 categorias, sendo 178 preenchidas através de inscrições e 18 por indicação via Conselho Sensorial, a premiação reflete a diversidade da cena musical, reconhecendo talentos dentro dos pilares Criação, Produção, Convergência e Educação.

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Num processo de reconhecimento coletivo, para se chegar à grande final, os inscritos passam por três etapas: votação entre os próprios inscritos, votação popular via internet e, por fim, a avaliação de um júri especializado. Em 2025, são 957 finalistas entre os inscritos e 85 entre os indicados, todos protagonistas de uma cena vibrante e plural. Instituído na última edição, em 2023, o evento também destinou uma premiação, exclusivamente, para o Distrito Federal, berço do PPM. Trata-se do Viraliza Brasília, que através de um júri indica e elege vencedores em 6 categorias.

Conheça-os e celebre essa festa democrática da música!

Histórico de homenageados 

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1ª edição (2015) – Renato Russo, Roberto Ribas, Jorge Ferreira

Tema: Qual o Futuro da Música?

2ª edição (2016) – Fernando Brant

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Tema: Qual o Futuro da Obra?

3ª edição (2017) – Benjamim Taubkin, Pena Schmidt e Thomas Roth

Tema: “O Poder do Associativismo”

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4ª edição (2018) – Roberto Menescal

Tema: “E aí, qual é a sua Bossa?”

5ª edição (2019) – Claudio Santoro, Ronaldo Bastos e Genildo Fonseca

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Tema: “Do clássico ao popular- 100 anos de música brasileira”.

6ª edição (2020/2021) – Cássia Eller, Patricia Palumbo e Odette Ernest Dias

Tema: do analógico ao digital, viva o Direito Autoral

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7ª edição (2022/2023) – Chico Science, Lia de Itamaracá, Juarez Fonseca e Renato Matos.

Tema: “Viva a Cultura Popular”

Conselho Sensorial do Prêmio Profissionais da Música

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Mais do que uma curadoria de prestígio, o Conselho Sensorial do PPM reúne profissionais comprometidos com a valorização da música em todas as suas formas. Composta por 30 integrantes, a equipe contribui ativamente na seleção e votação das 18 categorias especiais desta edição, além de participar e mediar painéis durante o evento.

Inspirado no slogan “Vivam as plataformas, veículos e espaços culturais”, o Conselho atua com neutralidade, coerência e independência, fortalecendo conexões e impulsionando oportunidades para toda a cadeia musical.

O presidente simbólico do Conselho é um dos grandes nomes da bossa nova: Roberto Menescal. Fazem parte dele: Adriana Belic, Afonso Oliveira, Alec Haiat, Arthur de Faria, Benjamim Taubkin, Bruno Boulay, Chris Fuscaldo, Cibele Bahia, Debora Venturine, Djuena Tikuna, Edson Natale, Elisa Maia, Ivan Lima, Juarez Fonseca, José Carlos, Marcio Mazzeron, Mauricio Tagliari, Patricia Palumbo, Patricia Portaro, Paulo Almeida, Paulo Mendonça, Socorro Lira, Talita Cordeiro, Thomas Roth, Váleria Becker, Zé Alexandre.

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PROGRAMAÇÃO 8º PRÊMIO PROFISSIONAIS DA MÚSICA

Mais informações como descrição das atividades e minibios dos participantes no LINK

QUINTA-FEIRA | 26 de junho de 2025 

Solenidade de abertura

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Câmara Legislativa do Distrito Federal – Auditório

10h | Painel Inaugural – Tema: Prêmio Profissionais da Música 8ª edição #SomosSemFronteiras
Proponente: Deputado Distrital Gabriel Magno
Convidados:
• Reco do Bandolim (homenageado 2025)
• Irlam Rocha Lima (homenageado 2025)
• Solange Cesarovna (Cabo Verde – homenageada 2025)
• Maria Carrascal (ADIMI – Argentina)
• Humphrey Inzillo (REDPEM – Argentina)
• Roberto Menescal (Presidente de Honra do Conselho Sensorial do PPM)
• Thomas Roth (jurado da 8ª edição)
• Veranne Magalhães (Comissão de Cultura da OAB/DF)
• Gustavo Vasconcellos (idealizador do PPM) 

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Cerimônia de entrega do Troféu Viraliza Brasília

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Câmara Legislativa do Distrito Federal – Auditório

10h45

Cerimônia de entrega de Moção de Louvor

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Câmara Legislativa do Distrito Federal – Auditório

11h45

LAB PPM IV
Orbis Estudio

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Das 9h às 14h
Atividades:
• Produção de single (pré-produção, gravação, mixagem e masterização)
• Distribuição pela GRV
• Edição pela YB Music
• Divulgação com apoio da plataforma Groover
• Assessoria de imprensa pela Donna Midia
• Ensaio fotográfico e design pela Senhor Studio
• Possibilidade de capacitação internacional

1ª Noite de Premiação
Clube do Choro de Brasília
19h30
Modalidades premiadas: Convergência e Educação
Homenageados: Irlam Rocha Lima e Reco do Bandolim
Performance Musical: surpresa

SEXTA-FEIRA | 27 de junho de 2025 

Palestras

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Museu de Arte de Brasília (MAB)
10h | Palestra 001 – Direitos Autorais e Propriedade Intelectual, com Jader Windson
10h30 | Palestra 002 – Internacionalização de Carreiras Artísticas, com Dani Ribas
11h | Palestra 003 – Mulheres na música brasileira: resistência e existência, com Julia Ourique e Taissa Maia
11h30 | Palestra 004 – Entre a luta e o ofício: informalidade e formalização, com Leonardo Escobar
12h | Palestra 005 – Gestão coletiva, Ecad e Associações, com Marcela Godoy
12h30 | Palestra 006 – Memória da música: o acervo de Chico Science, com Maria Goretti de França 

Mostra Audiovisual

Museu Vivo da Memória Candanga
Das 10h30 às 12h
Filme: Moacyr Luz – O Embaixador dessa Cidade
Das 9h30 às 10h

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Visita guiada

LAB PPM IV – Continuação
Orbis Estudio
Das 9h às 14h

Feira Literária

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Museu de Arte de Brasília (MAB)
Das 10h às 20h 

Painéis

Museu de Arte de Brasília (MAB)
14h | Painel 01 – Profissionais da Música no Brasil: perspectivas e horizontes, com Arthur de Faria, Socorro Lira, Djuena Tikuna, Thomas Roth
Mediação: Alec Haiat
15h30 | Painel 02 – Do natural ao artificial com escala no real: vivam os veículos, com Enrique Blanc (México), Humphrey Inzillo (Argentina), Patricia Palumbo e Mario Sartorello
Mediação: Juarez Fonseca
16h45 | Workshow 01 – Ruidagem: a garagem das sete lembranças
Facilitador: Edson Natale
17h15 | Painel 03 – Atualidade e perspectivas da música e culturas latino-americanas, com Carolina Goméz, Maria Carrascal, Octavio Arbeláez, Tania Navarette
Mediação: Benjamim Taubkin 

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Mostra Audiovisual

Museu Vivo da Memória Candanga

Das 15h30 às 17h
Filme: Luiz Melodia – No Coração do Brasil
Das 15h às 15h30

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Visita guiada

2ª Noite de Premiação
Clube do Choro de Brasília
19h30
Modalidade premiada: Produção
Homenageada: Alaíde Costa
Performance Musical: surpresa

SÁBADO | 28 de junho de 2025

LAB PPM IV – Encerramento
Orbis Estudio
Das 9h às 14h

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Feira Literária

Museu de Arte de Brasília (MAB)
Das 10h às 20h

 

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Workshows

Museu de Arte de Brasília (MAB)
10h | Workshow 02 – Mulheres Instrumentistas: trajetórias que inspiram, com Christianne Neves e Magda Pucci
11h30 | Workshow 03 – Tambor de cordas: ritmos da cultura popular para violão, com André Siqueira

 

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Feira Literária

Museu de Arte de Brasília (MAB)
Das 10h às 20h
Livros de finalistas e participantes do PPM

 

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Painel

Museu de Arte de Brasília (MAB)
14h | Painel 04 – Audiovisual em tempos de telas: caminhos para o crescimento, com Marcos Souza, Felipe Radicetti, Marcela Godoy, Tarsila Alves
Mediação: Marcio Mazzeron

 

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Workshow

Museu de Arte de Brasília (MAB)
15h30 | Workshow 04 – Do sonho ao palco: vivências de um músico independente, com Philipe Tangi

3ª Noite de Premiação
Clube do Choro de Brasília
19h30
Modalidades premiadas: Criação, Distribuição e Conexões
Homenageados: Alaíde Costa, Solange Cesarovna, Itamar Assumpção (in memoriam)
Performance Musical: surpresa

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DOMINGO | 29 de junho de 2025

Feira Literária

Museu de Arte de Brasília (MAB)
Das 10h às 20h

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Workshows

Museu de Arte de Brasília (MAB)
10h I Workshow 05 – Musicoterapia: como você pode promover a sua saúde física, mental/psíquica, emocional e social, através da música, com Izabella Paz
11h30 I Workshow 06 – As relações entre a música nordestina e o jazz, com Paulo Henrique Sousa Dantas
15h15 I Workshow 07
 – Sonoridades fronteiriças: aspectos da performance musical em gêneros musicais transnacionais Brasil/Uruguai/Argentina, com Ghadyego Carraro
16h30 I Workshow 08 – Narrativas Sonoras – O Impacto do Som no Audiovisual e nos Games, com Vanderval Lopez 

Serviço:

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Prêmio Profissionais de Brasília/DF

De 26 a 29 de junho de 2025
Locais: Câmara Legislativa do Distrito Federal I Museu de Arte de Brasília I Museu Vivo da Memória Candanga I Clube do Choro

Programação completa

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Mais informações para a imprensa

Donna Mídia Comunicação

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Charlotte Vilela

(61) 98151-2400

donnamidia@gmail.com

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Curiosidades

Populações de espécies selvagens diminuem 2,5% a cada ano no mundo

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Relatório do WWF avaliou vertebrados ao longo de 52 anos
Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil

As populações de espécies de vertebrados selvagens diminuíram em média 73% em 52 nos, segundo o relatório Planeta Vivo divulgado nesta quinta-feira (8).

Entre os anos de 1970 e 2022, a diversidade de mamíferos, pássaros, peixes, répteis e anfíbios encolheram em média 2,5% ao ano.

O estudo produzido é pela Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) para o WWF Internacional.

Segundo Kirsten Schuijt, diretora-geral do WWF Internacional, a análise trazida pelo relatório deixa claro que os sistemas que impulsionaram o crescimento econômico estão acelerando a degradação da natureza a uma taxa sem precedentes.

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“Parar e reverter essa tendência exigirá transformações em sistemas inteiros – desde como produzimos energia e alimentos até como financiamos nossas economias.”

Os dados trazidos pelo relatório fazem parte do Índice Planeta Vivo (IPV), que mede a mudança média no tamanho de 35.803 populações de 5.790 espécies de vertebrados monitorados ao longo de 52 anos.

Na prática, a medição se refere à abundância das populações dessas espécies e não ao número absoluto de indivíduos. As mudanças são observadas tanto em populações com muitos indivíduos, quanto em populações com poucos indivíduos.

Ecossistemas

O IPV é calculado pela média de outros três indicadores: o Índice Marinho, que mede a mudança na abundância de espécies no oceano; o Índice Terrestre, que inclui espécies de diferentes habitats, como florestas, desertos e campos; e o Índice de Água Doce que mede populações em rios e lagos.

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O Índice de Água Doce foi o que apresentou maior declínio: 85% em 52 anos, o que equivale a uma média de 3,6% por ano. De acordo com os pesquisadores, as espécies de água doce enfrentam uma ampla gama de ameaças observadas nas bacias hidrográficas.

“Por exemplo, os peixes são frequentemente ameaçados por alterações em seu habitat, incluindo barragens e desvios, que podem bloquear rotas de migração essenciais”, destaca o relatório.

O Índice Terrestre registrou declínio de 69% no período de análise, com média anual de 2,3%. Já o Índice Marinho registrou uma mudança negativa de 59% nas populações dos oceanos, com média anual de 1,7%.

Regionalidade

Além da variação nas tendências por ecossistemas, os pesquisadores também observaram diferença nos percentuais de declínio das populações por região geográfica, que aparecem no estudo conforme a classificação da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos:

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  • América Latina e Caribe: 95% de declínio das populações de animais silvestres;
  • África: 80%;
  • Europa e Ásia Central: 23%;
  • América do Norte: 28%; e
  • Ásia e Região do Pacífico: 49%

Segundo o diretor de conservação da ZSL, Andrew Terry, os índices refletem um recorte de 52 anos analisados e traduzem também, além da capacidade de monitoramento das regiões, o momento analisado.

“Na América do Norte, por exemplo, o declínio ocorrido até os anos 1970 foram intensos refletindo uma desaceleração nos anos seguintes”, explica.

Novos dados

O relatório não traz dados comparativos com as edições anteriores devido ao acréscimo contínuo de novos conjuntos de dados e da ampliação das populações e espécies estudadas.

Um exemplo foi o acréscimo de dados sobre 967 populações de 295 novas espécies, além da atualização de dados referentes a 669 populações no relatório atual, em comparação com a última publicação, de 2024.

Por outro lado, foram analisados indicadores adicionais que trazem outros aspectos que reforçam a ocorrência do declínio da biodiversidade em escala global. São eles as mudanças no risco de extinção e na própria extinção de espécies, além de transformações na integridade da biodiversidade.

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Impactos

A análise de todos esses aspectos demonstra como a perda de populações de espécies se traduzem em ameaças à estabilidade econômica, à segurança geopolítica e ao bem-estar humano.

“A estrutura da vida que sustenta a nossa prosperidade está se desfazendo a um ritmo sem precedentes, impulsionando o aumento da desigualdade”, destaca o relatório.

Cerca de US$ 58 trilhões do PIB global de 2023 tiveram origem em trabalhos que dependem de alguma forma da natureza e que são impactados diretamente por essa diminuição das populações de espécies.

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Conservação

Por outro lado, o relatório aponta que a humanidade já conhece os caminhos para uma mudança transformadora, capaz de frear e até reverter esse declínio.

Os esforços de conservação também resultaram na estabilidade ou crescimento de metade das populações monitoradas pelo Índice Planeta Vivo.

No Brasil, por exemplo, a população de onças pintadas na Mata Atlântica cresceu 280%, de 2019 a 2025, após uma ação coordenada com vários parceiros: governo, terceiro setor e produtores locais.

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No aspecto global, em 2025, a tartaruga-verde tornou-se a primeira tartaruga marinha a passar de Ameaçada para Pouco Preocupante, após 50 anos de trabalho em mais de 80 países de desova.

Para a especialista em Conservação do WWF-Brasil, Helga Correa, os exemplos de recuperação apresentados pelo relatório mostram que o declínio da natureza não é inevitável. E o Brasil tem condições de reverter as perdas ocorridas em seu território.

“Isso exige ações de conservação contínuas e em escala, com proteção e restauração dos ecossistemas e enfrentamento das causas da perda de biodiversidade”, diz.

Líderes globais voltam a debater caminhos para implementação mais rápida de ações e investimentos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP17) no dia 19 de outubro, em Yerevan, na Armênia.

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Ponto de inflexão positivo

Como contribuição para os debates, o relatório propõe o conceito de ponto de inflexão positivo. Apresentado em uma pesquisa da Universidade de Exeter, na Inglaterra, o conceito se refere ao momento em que um sistema passa para uma condição melhor e a mudança começa a se reforçar, tornando-se mais rápida, mais barata e mais difícil de ser revertida.

“A possibilidade de construir um futuro diferente está diminuindo, mas continua aberta. Transformar sistemas complexos na velocidade e na escala necessárias não será fácil. Ao desencadear pontos de inflexão positivos, porém, isso pode acontecer mais rapidamente do que imaginamos”, conclui Daudi Sumba, diretor de conservação do WWF Internacional.

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