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Influenciador casado com 6 mulheres, revela que perdeu a virgindade com 18 anos

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Fotos: Reprodução
Arthur revela que além de ser tímido, em sua adolescência, ele sofria muito bullying devido ao seu sobrepeso.

Meus amores, vocês sabem muito bem que para mim não existe essa de “tarde demais” para realizar algo em nossas vidas, porém, devido a machismo que é imposto em nossa sociedade, também sabemos que, para um homem, perder a virgindade aos 18 anos, é considerado muitoo tarde, principalmente se o mesmo é um querido como o que vou contar para vocês.

Conhecido por ser casado com 8 mulheres, o influenciador Arthur O Urso, de 36 anos, revelou, logo após se divorciar de duas de suas esposas que ele perdeu a sua virgindade de uma forma considerada tardia.

“Eu era muito tímido na época e tive muita dificuldade em lidar com esse assunto… Fui um adolescente com sobrepeso, já sofri muito bullying e isso me bloqueou por um tempo” iniciou o influenciador, que acrescentou: “Tinha uma pitada de romantismo e medo. Na verdade, eu sabia que a mulher que se deitasse comigo seria porque gosta de verdade de mim porque muitas me rejeitavam por causa da aparência”.

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Continuando, ele revela como o tão esperado momento da “primeira vez” chegou. Apesar de ter sido basicamente “forçado” a ter sua primeira relação sexual, por seus amigos, Arthur conta que gostou da experiência e revela que, daquele dia em diante, começou a praticar ao ponto de se sentir orgulhoso do homem que se tornou.

“Fui colocado dentro da mala do carro e levado por meus amigos para um motel e só lá conheci a mulher que me relacionei. Vivi um susto grande, mas foi bom… Comecei a treinar e mantenho o foco até hoje, quase 20 anos depois. Não à toa, vivo ao lado de seis mulheres que me amam e me aceitam como sou. Sou apaixonado por elas e pelo homem que me tornei”, finalizou o influenciador.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Alunos ganham suporte 24 horas com IA que aprende o método de cada professor

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Marlom Andrade, CEO da Tutory, explica como a inteligência artificial pode personalizar cronogramas, auxiliar na fixação de conteúdos e ampliar o acompanhamento dos estudantes sem substituir o papel do educador

A inteligência artificial começa a ganhar espaço também no acompanhamento pedagógico, com ferramentas capazes de oferecer suporte aos estudantes de acordo com suas necessidades e com a metodologia desenvolvida por cada profissional. A proposta é ampliar a assistência fora dos horários tradicionais de aula e tornar o processo de aprendizagem mais personalizado.

Na Tutory, plataforma brasileira de gestão de serviços de coaching e mentoria de estudos, a inteligência artificial está integrada aos dois produtos da empresa, Mentoria e HUB, com funções específicas de acordo com o contexto de uso.

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Na Mentoria, a IA é utilizada para criar cronogramas de estudo personalizados. A ferramenta cruza as informações preenchidas pelo aluno no início do acompanhamento, como tempo disponível para estudar e edital de interesse, com o método definido pelo professor ou mentor. A partir desses dados, o sistema constrói automaticamente um planejamento individualizado.

“O cronograma é construído a partir de duas informações fundamentais: a realidade do aluno e o método do especialista que o acompanha. A inteligência artificial consegue cruzar esses dados e transformar essa combinação em um planejamento personalizado”, explica Marlom Andrade, CEO da Tutory.

Outro recurso está no replanejamento dos estudos. Quando o aluno deixa de cumprir determinado dia do cronograma, a inteligência artificial pode reorganizar o planejamento com poucos cliques. O conteúdo que não foi estudado não é perdido, mas retorna em outro momento da rotina, sendo reencaixado no fluxo geral.

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Esse processo reduz a necessidade de ajustes manuais e pode facilitar tanto o trabalho do mentor quanto a organização do próprio estudante, especialmente em rotinas de estudo que sofrem alterações ao longo da semana.

Já na HUB, a Tutory conta com a MaIA, uma assistente de inteligência artificial voltada à fixação do conhecimento. Para os alunos, a ferramenta pode gerar resumos de videoaulas, criar perguntas sobre o conteúdo assistido com respostas justificadas e produzir mapas mentais para auxiliar na memorização.

“A proposta é que a inteligência artificial esteja presente em diferentes etapas do estudo. Ela pode ajudar o aluno a revisar uma aula, testar o que ele realmente aprendeu e organizar visualmente os principais pontos do conteúdo”, afirma Marlom.

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A MaIA também possui funções voltadas aos professores e mentores. A ferramenta pode auxiliar na correção de redações, oferecendo recursos como resumo do tema, análise de legibilidade e avaliação da emoção presente no texto, além de permitir que o profissional solicite avaliações adicionais ou personalize a análise.

O professor também pode utilizar a ferramenta para obter sugestões de conclusões ou outros elementos que possam ser trabalhados e posteriormente encaminhados ao aluno. A decisão sobre como utilizar essas informações, porém, permanece com o profissional responsável pelo acompanhamento.

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Segundo Marlom Andrade, a tecnologia foi desenvolvida para atuar como uma ferramenta de apoio, e não para assumir decisões pedagógicas.

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“A inteligência artificial entra para sugerir, organizar e auxiliar o processo de aprendizagem. Quem continua tomando as decisões pedagógicas é o professor ou o mentor, que conhece o aluno, sua trajetória e os objetivos daquele acompanhamento”, destaca.

Outro impacto está na possibilidade de ampliar o suporte oferecido aos estudantes. Como as ferramentas podem permanecer disponíveis fora do horário tradicional de atendimento, o aluno consegue acessar recursos de estudo, revisão e organização mesmo quando o professor ou mentor não está conectado.

A combinação entre personalização, automação de tarefas e suporte contínuo acompanha uma tendência de uso da inteligência artificial na educação, especialmente em modelos de mentoria, coaching e preparação para provas. Nesse cenário, a tecnologia funciona como uma camada adicional de assistência, enquanto a estratégia pedagógica permanece sob responsabilidade do profissional.

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Para Marlom Andrade, o diferencial está justamente em utilizar a inteligência artificial de acordo com o método de cada especialista e as necessidades de cada estudante.

“A tecnologia precisa estar a serviço do método e do aluno. O objetivo não é substituir quem ensina, mas dar ao profissional ferramentas para acompanhar melhor seus alunos e permitir que eles tenham mais recursos para estudar, revisar e se organizar”, conclui.

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