Epreendedorismo
MEIs excluídos do Simples Nacional têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e voltar ao regime simplificado
EMPREENDEDORISMO
Acompanhamento do pedido deve ser feito diariamente nos sistemas oficiais, Foto: Divulgação
Procedimento é necessário para que o empreendedor possa voltar a atuar formalmente como MEI no ano-calendário vigente
Os microempreendedores individuais que foram excluídos do Simples Nacional e, consequentemente, desenquadrados do Simei, têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e solicitar o retorno ao regime simplificado. O procedimento é necessário para que o empreendedor possa voltar a atuar formalmente como MEI no ano-calendário vigente.
O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no Portal do Simples Nacional. Caso conste como “não optante pelo Simples Nacional” e “não enquadrado no Simei”, é fundamental identificar os motivos da exclusão. Em geral, o desenquadramento ocorre por débitos tributários ou outras pendências junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.
SITUAÇÃO FISCAL – Após a identificação das pendências, o microempreendedor deve regularizar sua situação fiscal, o que pode incluir o pagamento à vista ou o parcelamento de débitos. A verificação e a regularização devem ser feitas no e-CAC da Receita Federal, com acesso por meio da conta Gov.br. Somente após a regularização completa é possível avançar para a etapa seguinte.
REENQUADRAMENTO – Concluída a regularização, o empreendedor deve solicitar a opção pelo Simples Nacional no portal oficial do regime. Uma vez deferida essa opção, é necessário realizar, em seguida, o pedido de reenquadramento no Simei. As solicitações são analisadas de forma sequencial, e o enquadramento como MEI depende, obrigatoriamente, da aprovação prévia no Simples Nacional.
ACOMPANHAMENTO DIÁRIO – O Ministério do Empreendedorismo reforça que o acompanhamento do pedido deve ser feito diariamente nos sistemas oficiais, já que eventuais pendências identificadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal. Caso o pedido não seja feito até 31 de janeiro, o retorno ao Simples Nacional e ao Simei somente poderá ser solicitado no próximo ano.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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Epreendedorismo
Mulheres empreendedoras do DF compartilham histórias de sucesso e superação no podcast EG NEWS
O Programa “Mulheres Empreendedoras” reúne empresárias, artesãs e representantes do governo para debater desafios e conquistas femininas no mercado e na zona rural
Em uma edição especial do podcast EG NEWS, o quadro “Mulheres Empreendedoras” trouxe relatos inspiradores de mulheres que se destacam na economia do Distrito Federal. O programa, apresentado por Angélica Castro, em parceria com a ativista Silvia Rita Souza, contou com um painel formado por Renata D’Aguiar (Subsecretária de Promoção das Mulheres), Simone Barros (Diretora de Mulheres Rurais), Marilene Monteiro (empresária da Casa Nordestina) e Auri Oliveira (economista e designer de jóias).
Marilene Monteiro, fundadora da Casa Nordestina no Paranoá, teve que se reinventar para obter sucesso no comércio local e compartilhou sua trajetória de mais de 25 anos, destacando a expansão do negócio de uma pequena loja de 80m² para um complexo de mais de 500m². Ela revelou que o segredo do crescimento está na escuta ativa do cliente e na adaptação constante. “O cliente chegava pedindo chimarrão e eu pensava: ‘Gente, aqui é Casa Nordestina’. Mas coloquei e hoje é um sucesso. A prioridade não é o que eu acho, é o que o cliente quer”, afirmou. Marilene também enfatizou que suas colaboradoras mais experientes, muitas com mais de 15 anos na empresa, são mulheres que atuam como suas “braços direitos” na gestão.
A prioridade não é o que eu acho, é o que o cliente quer”, afirmou. Marilene
A economista Auri Oliveira explicou sua mudança de carreira para o design de joias autorais com orgonites, ressaltando a economia criativa e valorização do artesanal, a diferença entre preço e valor no trabalho artesanal. “Eu não tenho preço, eu tenho valor. O artesão no Brasil ainda é desvalorizado, mas quando você mostra o diferencial e a energia da peça, o cliente entende”, destacou. Auri exporta suas criações para países como Estados Unidos e França, evidenciando o potencial global do artesanato local.
“Eu não tenho preço, eu tenho valor”, diz a design de joias Auri
Já Simone Barros, da Secretaria da Mulher, destacou a força do empreendedorismo feminino no campoas e as ações de capacitação e promoção da saúde mental voltadas para mulheres de assentamentos e áreas rurais do Distrito Federal. Ela ressaltou a importância da sucessão familiar e do escoamento da produção rural. Durante o programa, surgiu uma oportunidade de negócio ao conectar as produtoras rurais atendidas por Simone com a loja de Marilene, demonstrando a força do networking feminino.
“Ninguém faz nada sozinho. Se eu tiver parceiras, ideias novas surgem”, afirmou.
Renata D’Aguiar reforçou apoio institucional para o fortalecimento feminino e a atuação do governo no apoio a diferentes perfis de mulheres, desde aquelas que buscam recolocação até as que desejam empreender. Ela citou iniciativas como a loja Cerrado Feminino, na Feira da Torre, que funciona como uma vitrine qualificada para artesãs do DF.
“É sempre hora de se reinventar. A mulher realizada é uma inspiração, e nós precisamos nos fortalecer umas às outras”, concluiu.
Para assistir à edição completa e conhecer mais histórias de empreendedorismo feminino, acesse o canal da EG NEWS no YouTube.
Fonte: Portal EG NEWS





