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Tendências de benefícios corporativos e RH para 2026: flexibilidade, IA e personalização transformam experiência do colaborador

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As empresas estão redesenhando pacotes de benefícios e práticas de gestão de pessoas, colocando autonomia e tecnologia no centro da estratégia para o próximo ano

São Paulo, dezembro de 2025 – O mercado de trabalho brasileiro vive um momento de transformação. Para 2026, três grandes tendências devem guiar a gestão de benefícios corporativos: flexibilidade, tecnologia aplicada à experiência do colaborador com o uso da IA e personalização de benefícios. Esses pilares refletem a evolução de uma mentalidade empresarial que já vinha sendo desenhada e que prioriza o bem-estar dos funcionários, adaptando-se às expectativas de uma força de trabalho cada vez mais exigente, diversa e conectada digitalmente.
Segundo Natalia Ubilla, diretora de RH do iFood Benefícios, a mudança é consequência das novas expectativas dos profissionais, que buscam autonomia, propósito e bem-estar. “O papel do RH mudou: deixou de ser apenas operacional para se tornar estratégico. É preciso oferecer experiências que respeitem a individualidade de cada colaborador quanto ao formato de trabalho, ferramentas tecnológicas e também no que diz respeito aos benefícios empresariais”, completa.
Empresas estão investindo em plataformas que permitem aos colaboradores escolherem como preferem utilizar seus benefícios, como alimentação, refeição, mobilidade ou experiências de autocuidado. Dados da pesquisa “Momento profissional do brasileiro”, realizada pela Think Work em parceria com o iFood Benefícios, indicam que 59% dos profissionais brasileiros consideram a categoria Benefícios como um dos fatores de atração da empresa ideal, reforçando a importância de permitir que cada pessoa personalize sua experiência. “O modelo one-size-fits-all, ou única solução em português, já não faz sentido no mercado de benefícios corporativos. O colaborador quer escolher como usar seu benefício e como equilibrar sua rotina”, explica Natalia.
A inteligência artificial se tornou uma ferramenta estratégica para análise de engajamento, personalização de experiências e previsão de necessidades futuras, além de ser uma ferramenta que auxilia os colaboradores a desempenharem atividades repetitivas. No iFood Benefícios, por exemplo, a IA é utilizada para mapear o uso dos benefícios e oferecer insights que ajudam as empresas a entregar experiências mais relevantes para seus colaboradores.
Segundo relatório da Society for Human Resource Management (SHRM), ou Sociedade para Gestão de Recursos Humanos em português, que é a maior associação profissional do mundo dedicada a área de gestão de pessoas, 43% das organizações já utilizam IA em tarefas de RH em 2025, um salto expressivo em relação aos 26% de 2024, mostrando crescimento acelerado na adoção da tecnologia no setor.

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Além de flexibilidade e tecnologia, o bem-estar físico e mental continua sendo prioridade. Empresas estão ampliando benefícios que vão de apoio psicológico a programas de sustentabilidade, reforçando a conexão com propósito e qualidade de vida.

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Estudos mostram que programas de bem-estar corporativo estão associados com redução de turnover. segundo o relatório Corporate Wellness Program Statistics 2024, empresas com programas de bem-estar, ou voltados à qualidade de vida e saúde, têm até 50% menos turnover. Além disso, o relatório “Gen Z at Work | Talent Trends”, da Michael Page, aponta que os profissionais da Geração Z colocam arranjos de trabalho flexíveis entre os três principais fatores de decisão ao avaliar uma proposta de emprego, reforçando que flexibilidade, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e autonomia são aspectos centrais para atrair e reter esses talentos.

“O futuro do trabalho é sobre liberdade e pertencimento. Nosso desafio é criar um ambiente em que cada colaborador perceba valor real nas entregas e nas relações. Trata-se de aliar a entrega de resultados, com experiências de trabalho significativas. Desta forma, é possível transformar o ambiente corporativo em um espaço no qual cada colaborador perceba valor real nas entregas e nas relações, encontrando nessa combinação sua realização profissional”, conclui Natalia.

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Sobre o iFood Benefícios

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O iFood Benefícios é o vale alimentação e refeição do iFood. Reúne em um único cartão os benefícios de vale-refeição e alimentação, em total conformidade com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), e também disponibiliza saldos dedicados à mobilidade, cultura, home office, educação, saúde e bem-estar e saldo livre. É aceito em mais de 11 milhões de estabelecimentos físicos e em mais de 400 mil lojas no aplicativo do iFood. Ainda tem vantagens exclusivas no app iFood, uma plataforma simples, gestão ágil e, o melhor: não custa nada para as empresas. Em 2024, foi premiado pelo Reclame Aqui na categoria de Cartões de Benefícios – Grandes Operações. Em 2023, recebeu o Selo Experience Certified, na categoria Financeiro Cartões de Benefício do Experience Award, e o prêmio The Customer Summit Awards, na categoria KPIs (Key Performance Indicator) e processos ligados a clientes. Conheça todas as vantagens no site iFood Benefícios.

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O escritório precisa ser atrativo para continuar fazendo sentido

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Com a consolidação do trabalho híbrido, empresas passam a repensar seus espaços físicos como ambientes de experiência, convivência e cultura organizacional

Com a consolidação do modelo híbrido no Brasil e no mundo, o papel do escritório corporativo vem passando por uma transformação profunda. Mais do que um local de trabalho fixo, o espaço físico passou a ser entendido como um ambiente de experiência, relacionamento e pertencimento para os colaboradores.

De acordo com o levantamento Workforce Preference Barometer, realizado pela consultoria global JLL (Jones Lang LaSalle), 66% dos profissionais já trabalham sob políticas híbridas ou presenciais estruturadas, mas a aceitação dessas políticas está diretamente ligada à qualidade do ambiente oferecido. O estudo aponta que 50% dos entrevistados afirmam que estar no escritório melhora o trabalho em equipe, enquanto 43% dizem preferir ir presencialmente quando o espaço favorece a colaboração e a troca entre áreas.

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Esse cenário reforça a necessidade de repensar o conceito tradicional de escritório. Ambientes engessados, pouco acolhedores e desconectados da cultura da empresa deixam de atender às expectativas de uma força de trabalho que busca mais conforto, flexibilidade e propósito no dia a dia.

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Para Nikolas Matarangas, CEO da Be In, empresa especializada em soluções de ambientes corporativos sob medida, o escritório passa a ter uma função estratégica dentro da gestão de pessoas. “O espaço físico precisa ser planejado para estimular encontros, facilitar a comunicação e refletir a identidade da empresa. Não se trata apenas de mesas e cadeiras, mas de criar um ambiente que faça o colaborador se sentir parte de algo maior”, afirma.

Outro dado relevante vem de pesquisas globais sobre engajamento no trabalho, que indicam que ambientes bem projetados contribuem para o aumento da satisfação e da permanência dos talentos nas organizações. Estudos do setor imobiliário corporativo mostram que espaços que oferecem áreas de convivência, salas colaborativas e infraestrutura adequada para diferentes tipos de atividades têm impacto direto na produtividade e na sensação de pertencimento dos profissionais.

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Nesse contexto, o escritório deixa de ser apenas um custo operacional e passa a ser um instrumento de cultura, comunicação interna e employer branding. Empresas que investem em ambientes alinhados aos seus valores conseguem transformar o espaço em um ponto de conexão entre pessoas, estratégia e negócio.

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“O escritório precisa ter propósito. Ele deve existir para potencializar relações, fortalecer a cultura e apoiar o desempenho das equipes. Quando isso acontece, o espaço deixa de ser obrigatório e passa a ser desejado”, conclui Nikolas Matarangas.

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