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Tebet prevê rombo de R$ 120 bi neste ano, maior que a estimativa oficial

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Foto: José Cruz/ Agência Brasil

Um dia após o governo revisar sua projeção oficial para as contas públicas, com um déficit de R$ 107,6 bilhões

Idiana Tomazelli e Nathalia Garcia

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Um dia após o governo revisar sua projeção oficial para as contas públicas, com um déficit de R$ 107,6 bilhões, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou esperar um rombo maior, de R$ 120 bilhões.A ministra disse que a equipe econômica ainda precisará incorporar às estimativas a despesa adicional com o reajuste extra do salário mínimo, de R$ 1.302 para R$ 1.320 a partir de 1º de maio.Embora o aumento já tenha sido anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governo preferiu não incluir agora esse gasto no Orçamento. A estimativa é que a medida custe mais R$ 4,5 bilhões.A justificativa é que o ato legal do novo aumento ainda não foi editado. Mas a manobra contribuiu para o governo conseguir exibir um déficit menor em seu primeiro relatório de avaliação de receitas e despesas.

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“É uma projeção, mas ela está caminhando no sentido que nós queremos, de que o déficit fiscal no Brasil não se encerrará com R$ 230 bilhões, e sim algo em torno, agora com essa projeção, de R$ 107 bilhões. Podemos ter uma pequena alteração quando vier o reajuste do salário mínimo, em torno de mais alguns gastos, de [déficit de] R$ 120 bilhões”, afirmou a ministra.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, antes da decisão de tirar das estimativas o gasto adicional com o salário mínimo, as projeções internas do governo indicavam um rombo maior, próximo dos R$ 120 bilhões -justamente o número citado por Tebet.

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A avaliação da ministra também se mostra mais pessimista do que as declarações do secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron. Em entrevista ao jornal O Globo, Ceron disse que o resultado final das contas pode exibir um rombo até R$ 40 bilhões menor que o projetado nesta quarta-feira (22).

“Acredito que é crível pensar em redução de mais de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões em relação a essa primeira avaliação”, disse ao jornal.

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Em janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou uma série de medidas para derrubar o déficit “absurdo” de mais de R$ 220 bilhões.

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O pacote previa um ajuste potencial de R$ 242,7 bilhões, mas já na época ele reconheceu que algumas ações podem não se confirmar. Por isso, parte das medidas ainda não foi incorporada às estimativas oficiais do Orçamento.

Haddad tem dito que o objetivo é fechar o ano de 2023 com o déficit de até 1% do PIB (Produto Interno Bruto), equivalente a cerca de R$ 100 bilhões.

Nesta quinta, Tebet reverberou esse objetivo. “Estamos falando de reduzir 2,3% de déficit do PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro já agora, em uma projeção de reduzir para 1% do PIB. Estamos falando em reduzir à metade até o fim do ano esse déficit fiscal”, afirmou a ministra.

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Fonte: Jornal de Brasilia

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Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026

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Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?

À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.

– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.

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“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.

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