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No Dia Mundial do Rádio, Ministério das Comunicações registra alta de 264% nas outorgas e retoma protagonismo do setor

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Dia Mundial do Rádio é celebrado nesta sexta-feira (13) / FOTO: Shizuo Alves/MCom

De 2023 a 2025, foram 393 autorizações concedidas, mais que o triplo do registrado entre 2019 e 2021

O Dia Mundial do Rádio, celebrado nesta sexta-feira (13), é marcado por um salto histórico na radiodifusão brasileira. O Ministério das Comunicações alcançou um aumento de 264% na concessão de outorgas em comparação com o governo anterior, mais que triplicando o número de autorizações para funcionamento de emissoras no país.
Entre 2023 e 2025, foram concedidas 393 outorgas para rádios comunitárias, educativas e comerciais. No mesmo período da gestão anterior (2019 a 2021), foram 108 autorizações.
Os dados, divulgados pela Secretaria de Radiodifusão (Serad), revelam uma ampliação significativa do acesso à comunicação, especialmente em regiões mais remotas do país.
“Em um país com dimensões continentais como o Brasil, o rádio é muito mais do que um meio de comunicação. É cidadania. É o canal que leva informação, prestação de serviços e entretenimento a quem mais precisa, especialmente onde outros meios não chegam”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Segundo o secretário de Radiodifusão, Wilson Diniz Wellisch, o resultado é fruto de um esforço para tornar os processos mais ágeis e eficientes. “Estamos atuando para garantir celeridade, segurança jurídica e respeito às normas do setor. O maior beneficiado é o cidadão, que passa a contar com mais emissoras e mais diversidade de conteúdo.”
Ações do Ministério

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Além do crescimento expressivo nas outorgas já concedidas, o Ministério prepara um novo ciclo de expansão da radiodifusão.

Ainda em 2026, serão lançadas novas licitações para concessões de rádio e TV privadas, algo que não ocorre há 15 anos. Serão 20 certames enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU): dez para rádios FM e dez para emissoras de TV, contemplando todas as regiões do país.

O lançamento representa um marco para o setor e encerra um longo período sem abertura de novos processos para emissoras comerciais.

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Para viabilizar os novos editais, o Ministério desenvolveu uma metodologia inédita de precificação das outorgas, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED). O modelo estabelece critérios técnicos e econômicos confiáveis para definir o valor mínimo das concessões.

Também está em andamento o Plano Nacional de Outorgas (PNO) de Rádios Educativas e Comunitárias, que organiza o cronograma de lançamento de editais até o fim deste ano. Um novo edital para rádios comunitárias, o maior da história, será lançado em breve.

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História

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O rádio chegou ao Brasil na década de 1920 e realizou sua primeira transmissão oficial em 7 de setembro de 1922. Mais de um século depois, o meio segue como um dos mais confiáveis e democráticos do país, presente nas grandes cidades, na zona rural, nas florestas, nas comunidades indígenas e quilombolas, nas estradas e nos lares brasileiros.
Mesmo com o avanço da internet e das plataformas digitais, o rádio se reinventou, incorporou novas tecnologias e mantém sua relevância social e cultural.
Neste Dia Mundial do Rádio, os números confirmam: além de resistir ao tempo, o rádio brasileiro vive um novo momento de expansão.

 

Ascom MCom
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério das Comunicações

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Politica

Podemos DF arma xadrez eleitoral com chapa robusta e bastidores fervem com movimentação que promete sacudir a política da capital

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O Podemos do Distrito Federal prepara uma virada de jogo para as eleições deste ano — e o que se ouve nos corredores da política brasiliense pode mudar o tabuleiro da disputa proporcional na capital federal.

Após um desempenho apagado no último pleito, quando o partido não elegeu sequer um distrital e amargou uma votação tímida, a sigla reestruturou sua operação e agora apresenta uma nominata que, segundo interlocutores próximos à direção, tem potencial real de entrega. Mas o movimento que mais agita os bastidores é outro: fontes ouvidas pela reportagem afirmam que há conversas avançadas sobre um possível retorno do ex-senador José Reguffe ao Podemos — e, com ele, a expectativa de que o partido conquiste duas cadeiras de deputado federal.

Alinhado ao projeto “Celina Governadora”, o Podemos reuniu nomes com penetração eleitoral expressiva: Robério Negreiros, Professora Suzele, Subtenente Geraldo Alves, Tenente-Coronel Michelo, Renato Barros, Alex Galvão, Manuela Andrade e Ana Paula Marra. A avaliação interna é de que somente esse núcleo já garante ao menos dois distritais eleitos. E há mais: a reportagem apurou que nomes como Telma Rufino já mantêm conversas avançadas para integrar a chapa, o que ampliaria ainda mais o potencial de votos.

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A meta traçada por Cristian Viana é ousada, porém calculada: eleger dois distritais na primeira rodada de distribuição de cadeiras e buscar uma terceira vaga nas sobras.

Nos bastidores, Viana é descrito como alguém que “cumpre o que combina” — característica rara na engenharia partidária brasiliense. Sua estratégia vai além da montagem de chapas: ele entrega aos candidatos o que chamam de “enxoval completo” — marketing político, assessoria jurídica e contábil — liberando os postulantes para se concentrarem exclusivamente na campanha. É um modelo de gestão partidária que tem chamado a atenção de quadros de outras siglas.

O fator Reguffe: a peça que muda o jogo

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Mas é nos bastidores que circula a informação mais quente. Segundo fontes que acompanham de perto as movimentações, o retorno de Reguffe ao Podemos é tratado com cada vez menos surpresa e mais como questão de tempo. A leitura política é clara: com o capital eleitoral do ex-senador, o partido teria musculatura para pleitear — e conquistar — duas cadeiras de deputado federal, algo que transformaria o Podemos de coadjuvante em protagonista na cena política do DF.

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Se confirmado, o movimento representaria não apenas uma reconciliação, mas um salto de patamar para a sigla, que deixaria de disputar apenas o legislativo local para marcar presença efetiva no Congresso Nacional. Os próximos dias devem definir se o rumor vira fato. O que já é certo: o Podemos DF de 2026 não tem nada a ver com o de 2022.

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