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No Complexo do Alemão, Janja se reúne com 50 líderes comunitárias

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Ao lado da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, popularmente conhecida como Janja, foi ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (10/3), para se reunir com cerca de 50 líderes comunitárias da comunidade.

“Comecei o dia no Complexo do Alemão, conversando com cerca de 50 mulheres da comunidade. Pude ouvir o que pensam sobre habitação, saúde, educação e segurança alimentar. Muito importante escutá-las para conhecer suas demandas e, juntas, encontrarmos soluções!”, publicou Janja no Twitter.

 

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Segundo a primeira-dama, a visita significou um momento de “troca e aprendizado”. “Quero seguir conversando com estas mulheres que me receberam tão bem na sua comunidade, e ouvir cada vez mais gente de todos os cantos do Brasil sobre suas ideias para reconstruir nosso país e avançarmos nos nossos direitos”, disse Janja.

CPX

Durante campanha eleitoral, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou a atenção até de países estrangeiros, por ter adentrado durante comício, o Complexo do Alemão. A região é um bairro que abriga um dos maiores conjuntos de favelas da Zona Norte do município do Rio de Janeiro.

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Na ocasião, a visita do petista fez emergir diversas fake news relacionadas à visita e à comunidade. As notícias falsas permeavam por várias invenções como a ligação de Lula com traficantes e com o tráfico de drogas. Durante a visita, Lula recebeu da líder do movimento por moradia do Complexo do Alemão, Camila Moradia, um boné com as letras “CPX”, o que intensificou as notícias falsas.

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O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi um dos responsáveis por divulgar informações falsas sobre o caso. Nas redes sociais, o politico disse que a sigla CPX significa “cupincha”, que quer dizer “parceiro do crime”.

CPX é a sigla de ‘Complexo’ e é muito utilizada nas redes sociais por moradores jovens e um complexo é um conjunto de favelas que dividem a mesma região. No Rio de Janeiro, existem vários complexos (Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Complexo da Maré…) que são comunidades agrupadas em um único território”, explicou a Voz das Comunidades.

Fonte: Metrópoles

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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